quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

A DESCOBERTA DA AGENESIA

A DESCOBERTA DA AGENESIA

Geane Poteriko

Quando se espera um bebê, a expectativa em receber uma criança “perfeitinha” fisicamente predomina no sentimento de todas as mães. Até que os exames de ultrassom confirmem a existência de cada dedinho e cada parte do corpo, todos os membros e um bebê completamente saudável, nenhuma mãe se sente confortável o suficiente. A afirmação do médico: “Parabéns, mamãe, você tem uma criança perfeita” é o que toda gestante quer e espera ouvir.

Por isso, receber no parto a notícia de que sua criança nasceu com a ausência de alguma parte do corpo é um grande susto. Foi assim que me senti: assustada e sem compreender o que poderia ter acontecido. Minha filha Dara, hoje com 3 anos, nasceu com uma malformação na mão direita que causou o não desenvolvimento dos dedinhos. Dara nasceu com agenesia de mão causada pela Síndrome da Brida Amniótica. A agenesia foi descoberta apenas após o parto, apesar de todo o acompanhamento ter sido feito durante o pré natal, inclusive a realização do exame morfológico (capaz de diagnosticar este tipo de síndrome ainda na gestação).

Assim, quando Dara nasceu, no dia 12/12/2013, em Ivaiporã, PR, além do susto causado pela malformação na mão direita, a falta de explicações e orientação pela equipe médica sobre o que havia acontecido foram fatores agravantes para mim. Senti-me sozinha e desamparada. Era difícil entender por que isto havia acontecido, se durante a gravidez tudo ocorreu bem, eu havia seguido as recomendações médicas e tomado todos os cuidados necessários - não tinha ingerido remédios, drogas muito menos bebidas alcóolicas. O que houve de errado?

Algum tempo depois, descobri que eu não estava sozinha – assim como minha filha, milhares de crianças nascem com agenesia de membros em todo o mundo. Inicialmente, os momentos de angústia ganham espaço: são muitas dúvidas, incertezas e questionamentos. Depois, todo o aprendizado e amor que essa experiência traz para a vida completa o que antes não era possível entender.


Mamãe e bebê na Maternidade

Para ter um diagnóstico, passei por vários médicos e consultas, até que uma pediatra, em Curitiba, 4 meses após o parto, fez uma análise do histórico da minha gestação e explicou o que poderia ter acontecido: a Síndrome da Brida Amniótica - uma rara patologia congênita ocasionada pelo aprisionamento de partes do feto por anéis fibrosos do saco amniótico no útero - foi o que causou a agenesia em Dara. Estima-se que esta síndrome afeta aproximadamente 1 a cada 1500 nascimentos e não possui características genéticas ou hereditárias. Trata-se de um “trauma intrauterino”, ou seja, um “acidente” ocorrido durante a gestação cujas causas ainda são desconhecidas e estão sendo pesquisadas. Para melhor entender a síndrome, pode-se defini-la em palavras mais simples: a brida amniótica é uma fibra interna da bolsa da placenta que gruda no bebê, impedindo que o órgão que foi grudado se desenvolva.

Após este diagnóstico, eu soube finalmente que não tive culpa pelo ocorrido durante a gravidez e entendi como se deu a agenesia de mão em minha filha. Sem o sentimento de culpa, tudo começou a fluir naturalmente e as experiências da maternidade ganharam muito mais significado para mim.

Com as explicações recebidas pela médica e após fazer inúmeras pesquisas, criei uma página na internet contando minha história, a experiência com a falta de um diagnóstico na gestação e incluí informações sobre agenesia, o que causa esta condição congênita, o que é a Síndrome da Brida Amniótica e algumas reflexões sobre o que vivenciei após o nascimento da minha filha. A partir desta página, mães de todo o Brasil começaram a entrar em contato e enviar e-mails compartilhando também suas histórias, destacando o quanto se sentiam isoladas pela falta de informação, orientação e também por não conhecerem casos semelhantes aos seus. Assim surgiu a ideia de criar uma rede de apoio para estas famílias, por meio de uma Associação. Nasceu então a ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO, fundada em 30/09/2015 em São João do Ivaí, norte do Paraná.




A denominação da Associação faz simultaneamente referência ao nome de Dara e ao verbo “dar”, remetendo à ação de “dar a mão”, oferecer ajuda e solidariedade para crianças que nasceram com condições físicas semelhantes.


DARA – MINHA JÓIA RARA

Foi uma grande surpresa minha filha Dara nascer com agenesia na mão direita, não diagnosticada na gestação. Na época, o pediatra que acompanhou o parto explicou que esta condição, na verdade, é apenas de caráter estético, já que Dara não nasceu com nenhum problema neurológico ou de coordenação motora. Ela veio ao mundo como minha "joia rara", muito mais que especial, MINHA DARA.

Uma fadinha especial

Sempre que converso a respeito da malformação de minha filha, destaco que, para mim, a ausência de um membro em Dara não é razão para eu me sentir menos privilegiada, ou muito menos para ter "vergonha". Ao contrário, tenho diariamente um imenso orgulho de cada conquista e superação de minha filha e a vejo como uma JÓIA RARA, uma preciosidade que só me traz alegrias.

Entendo cada vez mais que duas palavras são fundamentais no dia a dia de uma mãe de criança com algum tipo de diferença física: ACEITAÇÃO e ADAPTAÇÃO. Primeiro, a ACEITAÇÃO de que uma “deficiência física” é algo que não podemos escolher ou controlar, mas podemos, contudo, amar, cuidar, orientar e ensinar.

O que é um membro? É algo que tem sua funcionalidade, de fato, mas em um contexto no qual a estética e a aparência são predominantes, é preciso reavaliar conceitos e paradigmas. Uma criança com ausência de membro é tão capaz quanto qualquer outra criança, faz tudo o que quer e precisa, sem limitações, adaptando-se conforme suas necessidades.

É preciso combater o discurso de “Coitadinho” e destacar a capacidade que todo indivíduo possui, independente de sua condição física.

Quando saio para passear com Dara, as pessoas olham, às vezes perguntam, mas muitas vezes não dizem nada, embora percebo que queiram dizer. Ao mesmo tempo, vejo também que a sociedade está aos poucos aprendendo a conviver com a naturalidade das diferenças. Muito se tem avançado sobre isso, então enquanto “mãe”, destaco a palavra acima mencionada: ACEITAÇÃO. Preciso aceitar esta condição física de minha filha para saber defendê-la, quando necessário, de qualquer tipo de diferenciação ou discriminação.

E, ainda, para poder ter condições de oferecer o que tenho de melhor: o maior amor, os melhores recursos, amplas possibilidades e os mais valorosos ensinamentos para auxiliá-la em suas possíveis limitações.

O dia a dia de Dara aos 3 anos

A outra palavra: ADAPTAÇÃO. Primeiramente, considerando a posição de uma mãe que não esperava esta condição em sua bebê. Mas, acima de tudo, como uma mãe que deseja preparar sua filha para não ter vergonha de sua diferença. Aliás, para que essa filha não se sinta diferente, mas sim especial - de uma forma maravilhosa e linda, de uma forma única.

Conforme Dara vem crescendo, tenho sentimentos gratificantes: a alegria de ter uma criança que se supera dia a dia, que segura a mamadeira com a mão e o "toquinho" da outra mão com agenesia, que pega seus brinquedos e se diverte sem limitações, que hoje sabe andar e correr, mas antes disso se esforçava para engatinhar, perdia o equilíbrio, em seguida continuava, sempre sorrindo, e de repente saía engatinhando pela casa toda! Uma criança que bate palminhas alegremente e adora olhar as duas mãos, uma diferente da outra, cada uma com suas características. Assim é a Dara. A cada sorriso e conquista dela, sinto-me renovada.

 Dara percebe a sua diferença mas ainda não compreende a razão. Agora, com 3 anos, diz: “Mamãe, eu tenho uma mão grande e outra mão pequenininha”, e sabe que isto é não é motivo de tristeza. Ela adora cantar a música: “Normal é ser diferente” (Grandes Pequeninos), principalmente o trecho que diz: “Você não é igual a mim, eu não sou igual a você, mas nada disso importa pois a gente se gosta e é sempre assim que deve ser”.

Sua diferença é encarada com naturalidade e amor. Dara vê que a mão direita não é igual à esquerda... e quer saber? Ela brinca com isso, olha e sorri, e certamente vai crescer sabendo que é muito amada e que sua agenesia não lhe fará inferior ou diferente de ninguém.

Um sorriso... Dara

Na internet, sempre vejo histórias diferentes, acompanho nas redes sociais exemplos de crianças semelhantes à Dara, adolescentes que são felizes e vivem como todos os outros. Adultos bem sucedidos: modelos, atletas, músicos, escritores, enfim, pessoas realmente bem-sucedidas em todos os aspectos. Por isso sei que o futuro será um grande presente para minha filha.

Uma frase resume muito bem o que eu gostaria de dizer:
"A agenesia está no seu filho, mas ela não é a identidade dele". (Alessanra Rigazzo)

Por fim, classifico a agenesia como “uma diferença que se vê, mas simplesmente não faz diferença”.


"Quando eu deixei de olhar tão ansiosamente
para o que me faltava e passei a olhar com gentileza
para o que eu tinha, descobri que, de verdade,
há mais a agradecer do que pedir"
(Ana Jácomo )


Montagem – Momentos de Dara


ATENDIMENTO A CRIANÇAS COM AGENESIA DE MEMBROS

Uma criança que nasce com ausência de um membro, seja esta de dedos, mãos ou braço, naturalmente consegue aprender a realizar tudo o que precisa, cada atividade cotidiana à sua própria maneira. É um instinto natural, diferente por exemplo de uma criança ou adulto que perde um membro por amputação ou acidente.

No entanto, para que a criança desenvolva suas habilidades e supere as possíveis limitações que venha a ter pela ausência de determinado membro, é fundamental que esta criança seja orientada e faça o devido acompanhamento, tanto em casa, pelo estímulo e incentivo dos pais e familiares, como também por meio de fisioterapia ou terapia ocupacional, sob orientação de profissionais da área da saúde.

Acreditar que a criança vai simplesmente crescer aprendendo a fazer todas as atividades é um erro que a maioria dos pais comete pela própria falta de orientação. Se a criança não for devidamente instruída desde muito pequena, o membro com agenesia será utilizado apenas como “apoio”, perdendo a sua funcionalidade e até mesmo podendo atrofiar pelo pouco uso.

Assim, com o atendimento adequado, acredito que minha filha Dara certamente levará uma vida normal, sem limitações, conseguindo fazer tudo o que as crianças de sua idade podem fazer. A ausência da mão direita é, para Dara, apenas um detalhe físico que não faz diferença, afinal, ela nasceu assim, com esta característica. Portanto, com o atendimento adequado, Dara vai crescer sabendo que é totalmente capaz.

Pretendo oferecer em breve um dispositivo protético feito em impressora 3D para minha filha Dara já ir treinando desde cedo com este recurso e também poder estimular gradativamente a musculatura do seu braço pelo exercício contínuo. Sou favorável à protetização das crianças e acredito que os benefícios são maiores do que as dúvidas e questionamentos recorrentes.

Foto: e-Nable

Dara será a criança mais nova do Brasil a utilizar um dispositivo protético 3D: ela está hoje com exatamente 3 aninhos de idade e queremos pela ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO proporcionar um treinamento em fisioterapia de forma lúdica, pela brincadeira e motivação. Esperamos ótimos resultados neste acompanhamento, a fim de mostrar como os dispositivos 3D podem auxiliar no desenvolvimento da criança.

Vídeo em homenagem à Dara: 




A ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO – UMA REDE DE APOIO
À DIFERENÇA DE MEMBROS
  
A motivação para a fundação desta entidade foi a necessidade de criar uma estrutura de apoio organizada, direcionada a familiares e indivíduos com agenesia de membros ou nascidos com malformações congênitas.

Percebe-se no Brasil uma ausência de políticas públicas de apoio e suporte especificamente para casos de agenesia; há também pouca informação disponível sobre síndromes que causam agenesia, como a Síndrome da Brida Amniótica, Simbraquidactilia ou outras condições congênitas raras.

Desse modo, quando nasce uma criança com agenesia, a família raramente é acolhida, orientada e inserida em programas para acompanhamento e interação com outras famílias, o que na maioria das vezes leva ao isolamento desta família e consolidação de inúmeros dilemas trazidos pelas dúvidas e questionamentos sobre diagnóstico e possibilidades de tratamentos, entre outras questões.

Portanto, a falta de apoio e atendimento familiar motivou a mobilização para criação desta entidade sem fins lucrativos, visando dar suporte e orientação necessárias, bem como fazer a interação, reunir pais e familiares e promover a troca de experiências e o contato entre pais e familiares.

Renata cumprimentando Dara com a "nova mãozinha"


A ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO recebe primeiramente o cadastro dos familiares de crianças com agenesia ou outras deficiências e a partir deste cadastro identifica as necessidades e faz o encaminhamento adequado. A entidade conta com uma equipe da área da saúde com psicóloga, terapeuta ocupacional e fisioterapeutas e voluntários de para atendimento, orientação e consultoria.

A equipe da ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO faz o acolhimento inicial da família, esclarece sobre a agenesia e procedimentos que proporcionam melhor qualidade de vida, contribuindo na inclusão social de cada família integrante da rede.

Além disso, as famílias e voluntários podem interagir entre si, trocar experiências, informações, compartilhar situações vivenciadas e se ajudar mutuamente por meio de uma rede de apoio virtual (grupos de apoio e interação no Whatsapp, Facebook, por e-mail e videoconferências). É possível perceber o quanto estes grupos têm ajudado as famílias na superação e consolidação de valores e atitudes: conversar e compartilhar se configuram como ações essenciais na superação de inúmeros problemas e situações cotidianas, assim como no esclarecimento de dúvidas e questionamentos.

Junto a isso, a ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO tem os Projetos e Campanhas de Conscientização sobre as diferenças de membros e deficiências físicas, na área da inclusão e acessibilidade; promove encontros, eventos, palestras, organiza mobilizações visando a conscientização sobre o respeito às deficiências e divulgação de informações sobre próteses e protetização na infância - assunto que considero extremamente polêmico no Brasil.

A ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO está em parceria com a UNIVERSIDADE PUC-PR (Curitiba), Lions Clube Curitiba Batel e Consórcio Intermunicipal de Saúde de Ivaiporã para o projeto de fabricação e doação de dispositivos de apoio de membro superior feitos em impressora 3D (próteses 3D) às crianças e adolescentes que precisarem de dispositivos protéticos. A coordenadora deste projeto é a engenheira e especialista em tecnologia assistiva, Lúcia Miyake, do Núcleo de Pesquisas POTA - Produtos Orientados para Tecnologia Assistiva da PUC-PR.

Para a produção dos dispositivos de apoio 3D, a entidade conseguiu a doação de uma impressora 3D, que está na sede em São João do Ivaí, e o Consórcio Intermunicipal de Saúde de Ivaiporã comprou uma impressora também disponível para o projeto. Além disso, na PUC-PR está sendo implantado um Laboratório de Impressão 3D, inclusive para atendimento das famílias com equipe multidisciplinar (psicólogas, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais).

Há voluntários em diferentes localidades, a maioria deles em São Paulo, que ajudam nos projetos de impressão de dispositivos protéticos. O coordenador técnico que faz os treinamentos e a capacitação da equipe, assim como a orientação da equipe de voluntários, é o engenheiro Marcelo Botelho, de São Paulo, que também atua voluntariamente.

As famílias cadastradas na entidade que solicitam a doação destes dispositivos protéticos são adicionadas em uma lista de espera e atendidas conforme a disponibilidade da equipe. Cinco crianças já foram atendidas com a doação de dispositivos protéticos e as equipes de voluntários estão trabalhando para concluir mais cinco projetos o final deste ano.

As famílias destas crianças que recebem os dispositivos de apoio de membro superior feitos em impressora 3D são orientadas sobre o acompanhamento no processo de reabilitação para uso destes dispositivos protéticos e direcionadas para atendimento. O processo de reabilitação é o mais importante, se não for feito devidamente, a criança deixa de usar o dispositivo em pouco tempo, uma vez que deve aprender a adquirir novas habilidades e fortalecer a musculatura do braço.

Estas próteses 3D são funcionais, ou seja, têm movimentos que proporcionam o segurar e agarrar objetos e assim suprem a ausência de uma mão ou braço. Os movimentos são mecânicos, gerados pela contração muscular do braço do usuário.

A ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO atende atualmente 150 famílias cadastradas, provenientes de todas as regiões do Brasil e também de outros países.

No caso do projeto de fabricação e doação de dispositivos protéticos feitos em impressora 3D, estão em acompanhamento neste momento dez crianças, sendo que cinco delas já estão participando do processo de reabilitação em fisioterapia, e as outras cinco ainda vão receber seus dispositivos, no entanto já estão sendo acompanhadas por profissionais da área da saúde.

Gabi, Rafa, Renata e Nicolly - Atendimentos em 2016


SEJA VOCÊ TAMBÉM UM VOLUNTÁRIO

Toda e qualquer pessoa com vontade de ajudar pode ser voluntário da ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO, independente da área de atuação e localização geográfica.

Os voluntários são direcionados aos diferentes projetos em andamento (campanhas de conscientização, palestras, orientação às famílias, acompanhamento, atendimento ou consultoria, entre outros).

Para se inscrever na ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO, basta preencher uma Ficha de Cadastro online. Podem se inscrever tanto familiares, pessoas com agenesia ou outras deficiências, assim como voluntários interessados em ajudar de alguma maneira.

Para quem deseja colaborar no projeto de fabricação e doação de dispositivos protéticos feitos em impressora 3D, tanto com doação de filamentos, materiais ou serviços de impressão, temos um Formulário específico, disponível em:

A ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO é uma entidade sem fins lucrativos que funciona exclusivamente pelo trabalho de voluntários e não possui nenhuma fonte de recursos financeiros. Para desenvolver seus projetos e ações, conta com doações de parceiros, empresas e pessoas interessadas em colaborar, transformando a vida de centenas de famílias atendidas por meio da solidariedade. A entidade promove esporadicamente bingos, rifas, palestras beneficentes e também busca recursos com vendas de camisetas.

Todos que quiserem podem fazer doações para:

ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO
Banco Itaú, Agência 3853
Conta corrente 11022-3
CNPJ 24.648.513/0001-71


FRENTES DE ATUAÇÃO DA ENTIDADE

A ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO vem desenvolvendo diversas atividades de organização e divulgação:

- Projeto de produção de dispositivo de apoio do membro superior feito em impressora 3D;
- Acolhimento das gestantes, mães, crianças e familiares;
- Promoção da interação e troca de experiências nos Grupos de Apoio Virtuais e Presenciais;
- Divulgação de informações, esclarecimentos e orientação aos familiares sobre acompanhamento das crianças com profissionais da saúde, terapias, processo de inclusão escolar;
- Campanhas de Conscientização e palestras realizadas pelos voluntários da entidade.
- Reuniões mensais / Assembleias;
- Entrega de panfletos e materiais explicativos;
- Concurso de Desenho sobre Igualdade nas Diferenças;
- Cadastro de famílias e Integração em Rede de Apoio.

Vídeo em comemoração a 1 ano de atuação: 



A sede da ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO fica em São João do Ivaí, no endereço: Avenida São João, s/n, Salão Paroquial da Igreja São João Batista, em São João do Ivaí, PR. CEP: 86930-000. Na sede são realizadas as assembleias.

Em parceria com a Prefeitura Municipal de São João do Ivaí, a entidade possui uma sala onde está funcionando o Laboratório de Impressão 3D. Em Ivaiporã, no Consórcio Intermunicipal de Saúde da 22ª Regional de Ivaiporã, e em Curitiba, na PPGEPS/PUC-PR (Programa de Pós Graduação em Engenharia de Produção e Sistemas da Universidade PUC), a ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO também possui parceria para atendimento.

A partir da experiência de uma mãe e da união de muitas outras, esta entidade vem desenvolvendo um trabalho singular no Brasil e mostrando a importância da solidariedade para a transformação das pessoas e da vida de todos os envolvidos.

DAR A MÃO é a prova de que “fazer o bem faz bem”.


"Assumimos uma identidade de grupo:
a causa de cada um virou nossa”.


Agenesia de mão - uma diferença de membro superior

Seria esta condição um tipo de "deficiência"? Não considero desta maneira. A sociedade e as pessoas em geral apresentam tantas outras "deficiências" que, ao contrário de uma condição física, adquirida de nascença, não podem ser modificadas ou simplesmente bem aceitas. Refiro-me às DEFICIÊNCIAS de caráter, de ética e de personalidade; estas sim merecem atenção e precisam ser corrigidas, não podem permanecer intactas em meio às EFICIÊNCIAS que as pessoas que possuem diferenças físicas têm a oferecer... Diferenças são bem-vindas!
Geane Poteriko (Mãe de Dara)

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas e da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono de seu destino" (Ghandi)

Agenesia de mão - Dara (1 dia de vida)


ASSOCIAÇÃO DAR A MÃOUma rede de apoio à diferença de membros

Montagem da imensa "FAMÍLIA DAR A MÃO" 2016



ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO PARTICIPA DE MATÉRIA NA TV 3. MILÊNIO

Reportagem da TV Terceiro Milênio, de Maringá, afiliada da TV Evangelizar, sobre o trabalho desenvolvido pela ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO no atendimento a pessoas com agenesia e malformação de membros em todo o Brasil.


Trabalho da Associação "Dar a Mão" será destacado pela TV Evangelizar

O repórter Victor Cardoso e o cinegrafista Gilberto Almeida, da TV Terceiro Milênio, de Maringá, afiliada da TV Evangelizar, vieram à São João do Ivaí na manhã dessa quarta-feira (18), para produzirem uma reportagem especial sobre o trabalho desenvolvido pela ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO. A movimentação da equipe de TV chamou à atenção da população.

Imagens externas foram feitas em frente a Paróquia São João Batista, mas grande parte do roteiro de entrevistas aconteceu na sede da associação, que fica em uma sala anexa a secretaria municipal de Assistência Social. A presidente da entidade, Geane Poteriko, detalhou o trabalho que é realizado pela associação e as conquistas obtidas desde a sua fundação em 30 de setembro de 2015.

A reportagem ainda traz declarações de outros voluntários, como a professora Rosangela Bombarda Barradas e o professor Nelson Rosa Junior. Duas pessoas de São João do Ivaí, nascidas com agenesia de membros e que são atendidas pela associação, também deram seus depoimentos. A reportagem vai ao ar nos próximos dias pela TV Evangelizar, canal 31 (em Maringá) e canal 22 da NET. 


Equipe: Repórter Victor Cardoso, Vice Presidente da ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO, Nelson Rosa Júnior; Presidente da Diretoria Executiva, Geane Poteriko;  Presidente do Conselho de Administração, Zane Barradas; Conselheira Fiscal Juliana Marcos, Avó associada, Cida Bringel; Voluntária Shayene,  Voluntária Cristiane e Coordenador de Projetos Adriano Ferreira, e o cinegrafista Gilberto Almeida, da TV Terceiro Milênio, com as crianças Dara, Isadora e Gabriella.

Entrevista com a Presidente da ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO,
Geane Poteriko.


Em São João do Ivaí, Paraná

Entrevista com a Presidente do Conselho de Administração 
da ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO, Zane Barradas.


Gabriella participa de entrevista e mostra as funções de seu novo dispositivo, projetado especialmente para ela pelo engenheiro voluntário Marcelo Botelho - Dispositivo GABYHAND.

Dispositivo GABYHAND, feito especialmente para a Gabriella.

Depoimento da Gabriella 

TV Terceiro Milênio, de Maringá, afiliada da TV Evangelizar

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

CAMPANHA IGUALDADE NAS DIFERENÇAS - DESENHOS DO CONCURSO 2016

A primeira edição desta campanha "IGUALDADE NAS DIFERENÇAS" foi realizada em 2015 por meio do I Concurso de Desenho, desenvolvido nas escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental e São João do Ivaí.
A segunda edição do Concurso de Desenho, com o TEMA: DAR A MÃO - IGUALDADE NAS DIFERENÇAS, foi realizada mais uma vez nas escolas do município sede da ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO, São João do Ivaí, prevendo também a participação de crianças associadas na entidade, na faixa etária de 4 a 13 anos.
Com o objetivo de trabalhar as questões das diferenças físicas como forma de prevenir o preconceito e sensibilizar as crianças e adolescentes sobre as diferenças de membros, este concurso pretende também divulgar o que é a Síndrome da Brida Amniótica, tão desconhecida na sociedade.

Uma das finalidades da ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO é justamente esta: levar para discussão as questões das diferenças físicas entre as crianças e adolescentes, para desde cedo trabalhar a aceitação e respeito como forma de prevenir e até mesmo evitar o preconceito.

As produções dos estudantes expressam sua compreensão sobre as diferenças, com desenhos muito interessantes. Lembramos que, por meio deste concurso, será escolhido o desenho para a estampa das camisetas da ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO (segunda versão). 

Abaixo, seguem todas as produções dos alunos que participaram deste "II Concurso de Desenho sobre IGUALDADE NAS DIFERENÇAS" promovido pela ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO".

Parabéns a todos os alunos e alunas que participaram deste Concurso e nossos agradecimentos a cada escola que aderiu a esta Campanha de Conscientização, assim como aos professores que ajudaram neste trabalho.

ESCOLA MUNICIPAL MONTEIRO LOBATO
Desenhos dos participantes da Escola Municipal Monteiro Lobato do “II Concurso de Desenho sobre ‘Igualdade nas Diferenças’ promovido pela ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO/2016.

Distrito de Santa Luzia do Alvorada. São João do Ivaí, Paraná.

Alessio Adriano Santos Furlcado - 5 ano A 
Professora Neuci Ferreira de Melo Couto
 Escola Municipal Monteiro Lobato

Andrei - 5 ano A - Professora Neuci Ferreira de Melo Couto
 Escola Municipal Monteiro Lobato

Cauan Antônio Pires Batista - 5 ano A 
Professora Neuci Ferreira de Melo Couto 
Escola Municipal Monteiro Lobato

João Victor Fraga de Freitas - 5 ano A 
Professora Neuci Ferreira de Melo Couto 
Escola Municipal Monteiro Lobato

Julio - 5 ano A - Professora Neuci Ferreira de Melo Couto 
Escola Municipal Monteiro Lobato

Kaique Veloso Feitosa - 5 ano A 
Professora Neuci Ferreira de Melo Couto
 Escola Municipal Monteiro Lobato

Natacha de Moraes Mauricio - 5 ano A 
Professora Neuci Ferreira de Melo Couto 
Escola Municipal Monteiro Lobato

Suzi Kelly Damacena Marques - 5 ano A 
Professora Neuci Ferreira de Melo Couto
 Escola Municipal Monteiro Lobato

Viviane Viana Schuindt - 5 ano A 
Professora Neuci Ferreira de Melo Couto
Escola Municipal Monteiro Lobato


ESCOLA MUNICIPAL TANCREDO NEVES

Desenhos dos participantes da Escola Municipal Tancredo Neves do “II Concurso de Desenho sobre ‘Igualdade nas Diferenças’ promovido pela ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO/2016.
São João do Ivaí, Paraná.

Amanda Marques - 5 ano B - Escola Municipal Tancredo Neves

Ana Júlia Pereira - Escola Municipal Tancredo Neves

Ana Luiza Assis Formentini - Escola Municipal Tancredo Neves

Ana Lívia de Almeida Prudêncio - 3 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves

André Dias de Sousa - 3 ano B 
Escola Municipal Tancredo Neves

Antônio Neto - Escola Municipal Tancredo Neves

Ariely dos Santos Oliveira - 3 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves

Augusto E Parreira - 5 ano B  
Escola Municipal Tancredo Neves 
Augusto Guilherme Castilho Ribeiro da Silva - 4 ano B 
Professora Claudina Sartori
Escola Municipal Tancredo Neves 

 Augusto Sousa de Oliveira - 1 ano A  
Escola Municipal Tancredo Neves

Brenda Ferraz de Faria - 4 ano C 
Escola Municipal Tancredo Neves

Bruno Júnior - Escola Municipal Tancredo Neves

Carlos Henrique de Morais Bochberny
Escola Municipal Tancredo Neves

Cauã Gabriel Simões de Oliveira Martins 
Escola Municipal Tancredo Neves

Cintia Aparecida de Ávila - 4 ano B - Professora Claudina Sartori
Escola Municipal Tancredo Neves

Davi de Castro Generoso - 3 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves

Eduardo Alessandro da Silva 
Escola Municipal Tancredo Neves

Eduardo Gomes Pavaneti 
Escola Municipal Tancredo Neves

Eduardo Zarachinki Oliveira - 2 ano B 
Escola Municipal Tancredo Neves

Emanuelle - 1 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves
 
Emily Caroline Silva Vidotti - Escola Municipal Tancredo Neves

Emily Vitória - Escola Municipal Tancredo Neves

Enzo Gabriel Marcos Rossi - 3 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves 
Erick dos Santos Rosa 
Escola Municipal Tancredo Neves


Fabian Gabriel Cortes - 1 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves 

Fernanda Cristina Aguiar da Silva - 4 ano C 
Escola Municipal Tancredo Neves

Flávia Carmezim Krassouski - 3 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves
 
Gabriel - 1 ano A - 
Escola Municipal Tancredo Neves

Gabriel Caio de Lima - 4 ano B - Professora Claudina Sartori
Escola Municipal Tancredo Neves

Gabriel de Souza Sena - 3 ano C 
Escola Municipal Tancredo Neves

Gabriel Fernandes de Oliveira - 3 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves

Gabriel Matos dos Santos - 3 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves

Gabriel Santana Schuindt - 2 ano A 
Professora Viviane Dariva
Escola Municipal Tancredo Neves

Gabriel Urbano - Escola Municipal Tancredo Neves

Gabriela Beppiler 
Escola Municipal Tancredo Neves

Gabrielly da  Silva Giordano - 3 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves

 Gabrielly Silva de Oliveira - 3 ano B 
Escola Municipal Tancredo Neves
Gabrielly Vitória Milanez Clementino 
Escola Municipal Tancredo Neves

 Geovana Aparecida - Escola Municipal Tancredo Neves
Geovana Aparecida de Carvalho Ribeiro - 3 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves

Geovana Azevedo Petrini de Barros - 4 ano B 
Professora Claudina Sartori
Escola Municipal Tancredo Neves

Geovanna Honório Ceron - 2 ano A (Manhã) 
Professora Viviane Dariva
Escola Municipal Tancredo Neves

 Giovana Knupp Gonçalves - 3 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves
Guilherme Bonardi Lopes - 4 ano B - Professora Claudina Sartori
Escola Municipal Tancredo Neves

 Guilherme Carvalho Pedroso 
Escola Municipal Tancredo Neves

Guilherme Silva Knupp - 4 ano B - Professora Claudina Sartori
Escola Municipal Tancredo Neves

Gustavo Ostrowski da Silva - 2 ano A (Manhã) 
Professora Viviane Dariva
Escola Municipal Tancredo Neves

Heidy Nicolas Ohashi - 3 ano A 
 Escola Municipal Tancredo Neves

Helloá Isabelli Freitas Mendes da Cruz - 4 ano C 
Escola Municipal Tancredo Neves


Heloisa Martioli Nogueira - 2 ano A (Manhã) 
Professora Viviane Dariva
Escola Municipal Tancredo Neves

Ibson Rafael - Escola Municipal Tancredo Neves

Isadora Praisler Boldrin - 1 ano A
 Escola Municipal Tancredo Neves

João Henrique - Escola Municipal Tancredo Neves


João Otávio Sartório de Sousa  
Escola Municipal Tancredo Neves

João Pedro Foregati Rosa - Escola Municipal Tancredo Neves

Júlia Schuidt Stecanella - 4 ano C 
Escola Municipal Tancredo Neves

Julya Gabriela Cortez - 3 ano B  
Escola Municipal Tancredo Neves

Júlia Schuidt Stecanella - 4 ano C 
Escola Municipal Tancredo Neves

Kaliany Danta de Lima - Escola Municipal Tancredo Neves


Kamila Kaane  - Escola Municipal Tancredo Neves

Kauan - 1 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves

Kawan Henrique Oliveira da Rosa  
Escola Municipal Tancredo Neves

Kevin Kawan Silva de Oliveira 
Escola Municipal Tancredo Neves

Laura Beatriz - 1 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves

Leonardo - Escola Municipal Tancredo Neves

Logan de Azevedo Rodrigues Pereira 
Escola Municipal Tancredo Neves

Lorrayne Felisbino Borges - 4 ano B - Professora Claudina Sartori
Escola Municipal Tancredo Neves

Lucas - Escola Municipal Tancredo Neves

Lucas F Pavanete - 1 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves

Lucas Gabriel - Escola Municipal Tancredo Neves

Lucas Joaquim Ferreira  - 2 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves

Lucas Pereira Ferreira 
Escola Municipal Tancredo Neves

Lucas Viveiros - 3 ano 
Escola Municipal Tancredo Neves

Luis Roberto Belli de Oliveira 
Escola Municipal Tancredo Neves

Luiz Eduardo - Escola Municipal Tancredo Neves

Luiz Pinerona - Escola Municipal Tancredo Neves

Marco Antonio Spricigo Oliveira - Escola Municipal Tancredo Neves

Marcos Fabrício - Escola Municipal Tancredo Neves

Mari Vitória Luna - 2 ano A (Manhã) - Professora Viviane Dariva
Escola Municipal Tancredo Neves
 
Maria Clara Furlan - Escola Municipal Tancredo Neves

Maria Fernanda dos Santos Pardinho - 1 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves

Maria Gabriela de Souza Loreta - 3 ano C 
Escola Municipal Tancredo Neves

Maria Vitória - 5 ano B  
Escola Municipal Tancredo Neves


Maria Vitória Knup Palácio - 3 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves


Maria Vitória Lemes Gonçalves - 3 ano A
 Escola Municipal Tancredo Neves

Mariany Santana Pedroso - 1 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves

Mario Augusto Montagni Bueno  - 2 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves

Mateus Xavier da Silva - 2 ano A (Manhã) 
Professora Viviane Dariva
Escola Municipal Tancredo Neves

Matheus Conceição - Escola Municipal Tancredo Neves 
Matheus Nogueira Kazmibkizaki - 3 ano B 
Escola Municipal Tancredo Neves

Matheus Silveira de Souza - 4 ano B 
Professora Claudina Sartori
Escola Municipal Tancredo Neves

Mayron Eduardo da Silva - Escola Municipal Tancredo Neves


Miguel Felipe de Macedo Coser
 Escola Municipal Tancredo Neves

Miguel Machado Pereira 
Escola Municipal Tancredo Neves

Murilo de Ávila Barbosa - 3 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves

Natan - Escola Municipal Tancredo Neves

Nathália Pontes Rodrigues - Escola Municipal Tancredo Neves

Natieli - Escola Municipal Tancredo Neves

Nicole Dias Tres - Escola Municipal Tancredo Neves

Patricia Benetão Cardozo - 4 ano B 
Professora Claudina Sartori
Escola Municipal Tancredo Neves

Pietro Castro de Freitas - 2 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves

Rafael Douglas Silva Nogueira - 3 ano B 
Escola Municipal Tancredo Neves

Rafael Naoko Sasamori Kamo - 3 ano B 
Escola Municipal Tancredo Neves
 
Raphael Henrique Carvalho Cordero 
Escola Municipal Tancredo Neves

Roberta Alessandra de Sasso - 4 ano C
 Escola Municipal Tancredo Neves

Ryan Rafael - Escola Municipal Tancredo Neves

Talia Borges do Couto - 3 ano B 
 Escola Municipal Tancredo Neves

Thayná Gabriela da Silva Rosa - 3 ano B 
Escola Municipal Tancredo Neves

Victor Hugo Schuindt Maia - 4 ano B 
Professora Claudina Sartori
Escola Municipal Tancredo Neves

Vinicius Nilson Rocha Ribeiro 
Escola Municipal Tancredo Neves

Vitor André Cezane - 3 ano A - Escola Municipal Tancredo Neves


Vitor Silva de Souza - 3 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves

Wagner Augusto de Andrade - 2 ano A (Manhã) 
Professora Viviane Dariva
Escola Municipal Tancredo Neves


Waisley Fabiano Aguiar da Silva - 2 ano A (Manhã)
 Professora Viviane Dariva
Escola Municipal Tancredo Neves

Wesley Riguetti de Sena Souza - 3 ano A 
Escola Municipal Tancredo Neves

Yasmin - 3 ano C - Escola Municipal Tancredo Neves

Yasmin Sousa de Oliveira - 4 ano B 
Professora Claudina Sartori
Escola Municipal Tancredo Neves

Ygor da Silva Lovato - Escola Municipal Tancredo Neves

Aluno não identificado - Escola Municipal Tancredo Neves

Aluno não identificado - Escola Municipal Tancredo Neves

Aluno não identificado - Escola Municipal Tancredo Neves

Aluno não identificado - 4 ano B - Professora Claudina Sartori
Escola Municipal Tancredo Neves

Érick Henrique - Escola Municipal Tancredo Neves


Guilherme - Escola Municipal Tancredo Neves


CMEI VOVÓ BÁRBARA
Desenhos dos participantes do Centro Municipal de Educação Infantil Vovó Bárbara do “II Concurso de Desenho sobre ‘Igualdade nas Diferenças’ promovido pela ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO/2016. 
São João do Ivaí, Paraná.

Ana Beatriz - Professora Fátima (manhã) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Ana Julia - Professora - Prof. Tia Carla
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Ana Júlia - Professora Rose - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

André - Professora Fátima (tarde) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Anna Vitória - Professora Rose - Aula de Artes - Prof. Tia Carla
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Arthur - Professora Fátima (manhã) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Beatriz - Professora Fátima (manhã) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Beatriz - Professora Rose - Aula de Artes - Prof. Tia Carla
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Brenda - Professora Fátima (tarde) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Eduardo - Professora Fátima (manhã) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Emanuelli - Professora Fátima (tarde) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Enzo - Professora Rose - Aula de Artes - Prof. Tia Carla
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Gabriel - Professora Fátima (tarde) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Gabriela - Professora Fátima (manhã) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Gabrielly - Professora Fátima (tarde) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Graziely - Professora Fátima (manhã) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Gustavo Lima - Professora Fátima (manhã) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Heloysa - Professora Fátima (tarde) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Heloísa - Professora Rose - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.


Iohana - Professora Rose - Aula de Artes - Prof. Tia Carla
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Isabelli - Professora Rose - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Isadora M - Professora Rose - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

José Henrique - Professora Fátima (tarde) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

João Paulo - Professora Rose - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

João Pedro - Professora Fátima (manhã) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Julia - Professora Fátima (manhã) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Kaléo - Professora Rose - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Kauan - Professora Fátima (tarde) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Kesia - Professora Fátima (manhã) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Luis Henrique - Professora Fátima (manhã) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Lunara - Professora Rose - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Manuelly - Professora Fátima (manhã) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Maria Vitória O. - Professora Fátima (tarde) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Maria Vitória - Professora Fátima (tarde) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Matheus - Professora Fátima (tarde) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Mayara - Professora Rose - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Milena - Professora Fátima (manhã) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Monique - Professora Fátima (tarde) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Murilo - Professora Fátima (tarde) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Murilo Paralego - Professora Fátima (tarde) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Nicolly - Professora Rose - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Pietro - Professora Fátima (manhã) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Rafael - Professora Fátima (tarde) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.

Vitória - Professora Fátima (tarde) - Aula de Artes - Prof. Tia Carla 
CMEI VOVÓ BÁRBARA.


ESCOLA ESTADUAL JOSÉ DE MATTOS LEÃO
Desenhos dos participantes da Escola Estadual José de Mattos Leão do “II Concurso de Desenho sobre ‘Igualdade nas Diferenças’ promovido pela ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO/2016.
São João do Ivaí, Paraná.

Aluno: Bruno - 6. ano - Professora Ana Carolina
Escola Estadual José de Mattos Leão  


Aluno: José Ronã - 6. ano - Professora Ana Carolina
Escola Estadual José de Mattos Leão 



Aluno: Leonardo - 6. ano - Professora Ana Carolina
Escola Estadual José de Mattos Leão 

Aluno: Matheus - 6. ano - Professora Ana Carolina
Escola Estadual José de Mattos Leão 


PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS 


CLARA QUEIROZ SILVA - ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO
Cidade: Visconde do Rio Branco - MG



SHAYENE SÁ STECANELLA - Participação Especial
Cidade: São João do Ivaí, PR.


Seleção dos 10 Finalistas do II Concurso de Desenho 
sobre Igualdade nas Diferenças promovido pela ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO.

Quarta, 22 de fevereiro às 19:00 - 20:00h
Local: Salão Paroquial da Igreja Matriz de São João do Ivaí.

Comissão Julgadora, formada por representantes das escolas participantes do concurso, membros da diretoria da ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO e convidados. 
Convite aberto à comunidade e todos os interessados.

Concurso de Desenho - Edição 2016